20 novembro 2016

Resenha: A garota do trem

O livro é incrível. E o filme faz jus ao livro e é tão incrível quanto o livro. O livro/filme conta a história de Rachel, uma alcoólatra que se separou do marido e está bastante deprimida por causa disso. Todo dia ela frequenta um trem e vê um casal e imagina que eles são o casal perfeito, até que ela vê uma cena chocante e descobre que a mulher que ela observa (Megan) está desaparecida e ela está envolvida. No livro conta o ponto de vista de três mulheres, Rachel, Megan e Anna (a mulher do ex marido de Rachel). 


Rachel é uma mulher extremamente forte, ao longo da história vamos descobrindo por tudo o que ela passou e vemos que ela passou por uma história de abuso físico e psicológico. É uma história necessária, principalmente nos dias atuais. Também se nota como ela está destruída após o fim do casamento e como ela não entende porque acabou e ao longo do filme vamos entendendo o porque disso.  Vemos também como é difícil viver com alcoolismo, uma doença que acaba com o ser humano e vai destruindo Rachel aos poucos e acaba gerando nela lapsos de memória o que é o um dos pontos centrais do filme. 
Vemos também que nem tudo é o que parece ser e que as aparências enganam. E como enganam.

As três mulheres acabam interligadas por um ponto em comum, mas ao longo do livro/filme vemos que no fim o que liga elas é um sentimento ser mulher e de como isso implica na vida delas. No fim, elas precisam se ajudar. E é o lado belo do filme. Eu achei excelente a adaptação, e acho que é capaz da Emily Blunt ganhar uma indicação ao oscar por seu papel como Rachel. 

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